29 de junho de 2014
21 de junho de 2014
18 de junho de 2014
16 de junho de 2014
Curiosidade I
13 de junho de 2014
Ano Lectivo 2014/2015
Primeiro desejo: que seja melhor que o presente.
Segundo desejo: que surja um horário. Quanto maior, melhor.
Terceiro desejo: se puder ser na capital, óptimo.
No ano lectivo 2013/2014 concorri a 243 ofertas de escola. Sei de pessoas que concorreram a mais de 1000, mas o meu grupo não anda muito abonado em termos de vagas, nem eu tenho mais do que um grupo de recrutamento.
Recentemente enviei o meu currículo para 402 estabelecimentos privados. Até à data nada.
Enviei para uma escola estrangeira e nada feito.
Concorri para uma bolsa de investigação e nem para entrevista fui chamada.
Candidatei-me, agora, espontaneamente para uma empresa relacionada com ciência e nicles.
Abriu um concurso de uma outra empresa, mas só pretendem pessoal do quadro e nem se dignaram (até à data) a responder à minha dúvida.
É frustrante? É. Parece que não me mexo, não faço absolutamente nada, mas é apenas aparência. Ainda não perdi a esperança no ensino. O dia em que a perder, morri.
Entretanto, a candidatura que correu bem e disseram que estava tudo válido, ... está inválida. Erro da escola, não erro meu, apesar disso não me servir de consolo. Entretanto, voltei a concorrer e espero que desta vez já seja validada, caso contrário, "temos" um problema. Oxalá não seja uma amostra do próximo ano lectivo. Haja piedade!!! Vou focar-me no "piora antes de melhorar".
Entretanto, a candidatura que correu bem e disseram que estava tudo válido, ... está inválida. Erro da escola, não erro meu, apesar disso não me servir de consolo. Entretanto, voltei a concorrer e espero que desta vez já seja validada, caso contrário, "temos" um problema. Oxalá não seja uma amostra do próximo ano lectivo. Haja piedade!!! Vou focar-me no "piora antes de melhorar".
E é assim... Haja esperança!
11 de junho de 2014
Dióxido de carbono
Ontem li um texto de Tomás de Montemor, na Notícias Magazine, sobre o dióxido de carbono ou CO2.
A reter:
- Não é um gás venenoso. Expulsamos o CO2 porque queremos trocá-lo por oxigénio livre, essencial ao nosso metabolismo.
- O CO2 é uma peça essencial na manutenção de um pH compatível com a vida.
- O CO2 é o único meio que a Natureza arranjou para reciclar a vida.
"Toda a matéria orgânica (os tijolos da vida) é criada em volta de esqueletos de carbono. A anémona, o elefante, a nabiça (...) são resultado de infinitas combinações de elementos nos quais o carbono é peça essencial. Ora a sua quantidade não é infinita e por isso tem de existir uma forma de recuperar o que de outra maneira se perderia quando um ser vivo deixa de o ser (vivo). (...) Que tal aproveitar o carbono que, em forma de gás, os animais e plantas produzem e transformá-lo outra vez em vida?! Foi isso que as plantas pensaram e melhor fizeram com a fotossíntese - retiraram o CO2 da atmosfera e, com a ajuda da luz, produzem moléculas que servem de suporte à produção de matéria orgânica."
Obviamente que CO2 em excesso não é bom, mas é como quase tudo em excesso.
A título de curiosidade, hoje é o 260º aniversário da "descoberta" do dióxido de carbono. Esse feito deve-se a Joseph Black, físico e químico escocês. Ele notou que enquanto aquecia carbonato de cálcio este produzia um gás mais denso que o ar e que não permitia a existência de fogo ou vida animal. Denominou-o de "gás fixo".
10 de junho de 2014
Mini-Hortas
Eu sou adepta de escolas com hortas. Além de haver um canto que tem (ainda mais) vida, é um canto diferente, que contribui (muito ou pouco) para um desenvolvimento sustentável e vai sempre lançando umas sementes nas mentes das "nossas" crianças relativamente a isso, ao crescimento de produtos frescos (e oxalá saborosos) e alimentação saudável. Cabe depois haver atenção e continuação para com a horta e, claro, para com as crianças.
Não sei se Michelle Obama quer ganhar votos com a horta na Casa Branca. Seja como for, admiro-a por ter feito algo diferente e algo que não faz mal a ninguém.
Podemos cultivar ervas aromáticas, vegetais e frutos em pequenos espaços como o parapeito de uma janela, degraus ou até em buracos no cimento. A imaginação é o limite!
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